
Além do apoio da base de sustentação do governo, Renan Calheiros deve contar com votos de senadores da oposição para arquivar o pedido de cassação contra ele, no plenário da Casa, onde a votação é secreta.
No DEM, ele deve ter o apoio de nove dos dezessete integrantes da bancada e, no PSDB, de pelo menos três dos treze. Para ser aprovado, o pedido de cassação tem de ter o respaldo de no mínimo 41 dos 81 senadores -maioria absoluta. Renan tem dito a aliados que terá mais de 50 votos a seu favor.
Renan teve sua cassação recomendada, na última quinta-feira, pelos relatores Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS). A votação está marcada para quarta-feira no Conselho de Ética e a previsão é que seja aberta, mas aliados de Renan podem recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Em uma derrota do presidente do Senado, o conselho aprovou por 10 a 5 a realização de votação aberta.
Nesse processo, Renan é acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista da empreiteira Mendes Júnior. Mesmo que seja absolvido em plenário, o presidente do Senado ainda enfrentará outras duas representações que estão no conselho. Ele é suspeito de ter beneficiado a cervejaria Schincariol em troca de vantagens pessoais e de ter comprado empresas de comunicação, por meio de "laranjas", com dinheiro de origem desconhecida.
No DEM, ele deve ter o apoio de nove dos dezessete integrantes da bancada e, no PSDB, de pelo menos três dos treze. Para ser aprovado, o pedido de cassação tem de ter o respaldo de no mínimo 41 dos 81 senadores -maioria absoluta. Renan tem dito a aliados que terá mais de 50 votos a seu favor.
Renan teve sua cassação recomendada, na última quinta-feira, pelos relatores Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS). A votação está marcada para quarta-feira no Conselho de Ética e a previsão é que seja aberta, mas aliados de Renan podem recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Em uma derrota do presidente do Senado, o conselho aprovou por 10 a 5 a realização de votação aberta.
Nesse processo, Renan é acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista da empreiteira Mendes Júnior. Mesmo que seja absolvido em plenário, o presidente do Senado ainda enfrentará outras duas representações que estão no conselho. Ele é suspeito de ter beneficiado a cervejaria Schincariol em troca de vantagens pessoais e de ter comprado empresas de comunicação, por meio de "laranjas", com dinheiro de origem desconhecida.
* Folha On line

Nenhum comentário:
Postar um comentário