
O Brasil atingiu a marca de 120,4 mil milionários em 2006, cerca de 10% a mais que em 2005, segundo um levantamento feito pelo banco Merrill Lynch e pela consultoria Cap Gemini.
O estudo considera como milionárias as pessoas que têm pelo menos US$ 1 milhão líquidos (descontadas as dívidas) para investir. De acordo com o levantamento, o aumento foi impulsionado pela aceleração no consumo e no investimento privado, pela redução do juro e da inflação, e pelo superávit da balança comercial. A alta dos preços das commodities também ajudou a elevar o número de milionários do Brasil, segundo o relatório.
No mundo todo, os milionários somam 9,5 milhões de pessoas, que possuem juntas US$ 37,2 trilhões. Já o número de “ultra-milionários”, aqueles com mais US$ 30 milhões para investir, é de apenas 95 mil pessoas.
Com mais dinheiro no bolso, os milionários também ajudaram os menos afortunados, gastando um total de US$ 285 bilhões em causas filantrópicas. As pessoas da América do Norte e da Ásia foram as mais generosas.
O estudo considera como milionárias as pessoas que têm pelo menos US$ 1 milhão líquidos (descontadas as dívidas) para investir. De acordo com o levantamento, o aumento foi impulsionado pela aceleração no consumo e no investimento privado, pela redução do juro e da inflação, e pelo superávit da balança comercial. A alta dos preços das commodities também ajudou a elevar o número de milionários do Brasil, segundo o relatório.
No mundo todo, os milionários somam 9,5 milhões de pessoas, que possuem juntas US$ 37,2 trilhões. Já o número de “ultra-milionários”, aqueles com mais US$ 30 milhões para investir, é de apenas 95 mil pessoas.
Com mais dinheiro no bolso, os milionários também ajudaram os menos afortunados, gastando um total de US$ 285 bilhões em causas filantrópicas. As pessoas da América do Norte e da Ásia foram as mais generosas.
*G1

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