
A ausência da formalização do pedido de licenciamento da cava mineral aos órgãos ambientais do Estado; um processo civil por irregularidades no início das obras, ajuizado pelo Ministério Público; e a defesa do empreendimento como forma de desenvolvimento econômico, mas com responsabilidade ambiental, marcaram a audiência pública realizada pela Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa de Minas Gerais nesta quarta-feira (27/6/07). Os deputados debateram os impactos ambientais e sociais da construção do mineroduto Minas-Rio.
O mineroduto é um empreendimento da empresa MMX Mineração e Metálicos S.A., que pretende levar minério de ferro das cidades de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas e Serro (Região Central), onde estão as jazidas, até o Porto de Barra do Açu, em São João da Barra (RJ). O mineroduto vai percorrer 25 cidades mineiras e sete fluminenses. Entre as mineiras, além daquelas onde estão as jazidas, ele passará por Morro do Pilar, Santo Antônio do Rio Abaixo, São Sebastião do Rio Preto, Santa Maria de Itabira, Nova Era, Rio Casca, Abre Campo, Carangola e Pedra Dourada, numa extensão de 525 km.
O mineroduto é um empreendimento da empresa MMX Mineração e Metálicos S.A., que pretende levar minério de ferro das cidades de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas e Serro (Região Central), onde estão as jazidas, até o Porto de Barra do Açu, em São João da Barra (RJ). O mineroduto vai percorrer 25 cidades mineiras e sete fluminenses. Entre as mineiras, além daquelas onde estão as jazidas, ele passará por Morro do Pilar, Santo Antônio do Rio Abaixo, São Sebastião do Rio Preto, Santa Maria de Itabira, Nova Era, Rio Casca, Abre Campo, Carangola e Pedra Dourada, numa extensão de 525 km.
* Boletim Assembléia MG
Para saber mais clique http://www.almg.gov.br/Not/BancoDeNoticias/Not_641172.asp

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